quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Viva la VIDAAAAA!!!


Não vou desejar que nesse ano encontre paz e felicidade permanentes. Não vou desejar que supere todas as suas metas e vença todos os desafios, encontre alegria no amor, fique rico e seja sempre a pessoa mais linda e simpática do planeta (mas vou desejar saúde. Porque com saúde não se brinca).
Não vou desejar que 2012 seja o melhor ano de todos os anos de sua vida. 365 dias é
muito pouco para todas as conquistas, todos os desafios e tudo o mais que deseja fazer, ser e ter.
Esse ano quero desejar outra coisa. Desejo que se lembre de todas as conquistas que teve. Que olhe para trás e veja tudo o que foi aprendido, se lembre de todas as pessoas que apoiaram e quem você foi em todas essas situações. Que determine a vida que quer levar. De repente não é a que está levando agora, a que seus pais querem que leve. Ou seu amor. Ou seus amigos. Ou sua comunidade. Pare e pense na vida que você quer ter.
Escolha as pessoas que lhe acompanharão.Aquelas que agregam, que lhe dão apoio em todos os momentos. Escolha as que quer ao seu lado e querem estar ao seu lado. Descubra o que lhe dá prazer e trabalhe para que seja constante em seu dia-a-dia. Faça o que você ama e ame o que faz.
Reconheça as características pessoais que não gosta e aprenda a mudá-las(ou aceitá-las). Você pode ser uma pessoa melhor todos os dias. Por que quem você quer ser já está dentro de você.Então, procure. Insista e não desista.
Sim, um ano inteiro é muito pouco para tantos desejos. Então, vamos lá. Procure dentro de você a força que precisa.Suspire fundo. Comece. Agora. Sua vida está esperando.

Feliz vida para você!!!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Caia a chuva


Caia a chuva. A tua mão na minha, o meu coração agitado, o meu olhar perdido no verde mar dos teus olhos. Caia a chuva e eu te amei. Meus lábios tímidos presentindo os teus, teu suor escorrendo pelo meu rosto -suave mistura, água, suor, lágrimas, paixão. Caia a chuva. Os raios iluminaram a tua branca pele na madrugada, tuas pernas entre as minhas, teu teus seios sobre os meus, teu cabelo enxugando o meu rosto. Caia a chuva e o seu som abafou os meus gemidos e o teu respirar ofegante. Caia a chuva, porém não apagou a chama da paixão, do tesão, da liberdade que ardeu tão somente naquela noite no meu peito. Mas a chuva parou, a grama secou, o sol nasceu. A minha mão tremeu, os meus lábios se fecharam, o meu coração temeu. Segui meu caminho, tu seguiste o teu. Ainda chove, de vez em quando, outros rostros hão de enxugar os teus cabelos.


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Sinto o gosto dos seus beijos delicados, saborear os meus lábios...
O calor de sua pele, fazer o meu corpo se curvar ao prazer e a maciez de seu toque, envolver meu espírito...
Sinto você brincando de amar entortando o meu coração fazendo me perder em seus desejos, sem me deixar raciocinar...
Sinto seus movimentos carinhosos e ligeiros, enlouquecendo minha mente, fazendo-me morrer por alguns segundos...
Saboreio os delírios de meus pensamentos, mas... eu quero estar com você, sentir você, sua alma, seu corpo, sua boca...
Quero ouvir suas fantasias sussurradas na noite, acordando meus extintos, arrancando a minha pele, arranhando os meus sentimentos...
Quero seu corpo colado ao meu, fundindo-se, amando-se, acabando-se...
Quero modular suas curvas com minhas próprias mãos... sugar todas as suas gotas de suor, com a ponta de minha língua...
Quero todos os seus gritos de loucura e prazer... sentir você... amar você...
Quero perder-me em seu corpo, lamber cada gota do seu suor, sentir você ardente e úmida...
Quero que você sinta o meu mel, e se delicie enquanto eu entro em êxtase... Gemendo, uivando de tanto prazer... Quero sentir seu gozo, jorrando deliciosamente... Quero depois, senti-lo na minha boca, lambendo, chupando, e me deliciando de tanta volúpia.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011


Quero apenas cinco coisas.
Primeiro é o amor sem fim
A segunda é ver o outono
A terceira é o grave inverno
Em quarto lugar o verão
A quinta coisa são teus olhos
Não quero dormir sem teus olhos.
Não quero ser... sem que me olhes.
Abro mão da primavera para que continues me olhando.

(Pablo Neruda)

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

QUERO UM AMOR

Quero um amor de rosto colado,
de mãos dadas ao entardecer,
de telefonemas inesperados,
de corpos suados,
de entrega e paixão,
de conte comigo,
de estou aqui
de muitas palavras,
mesmo que em silêncio.

Quero um amor assim,
com o teu jeito,
com teu sorriso,
sem o medo do passado
e despreocupado do futuro.
Sabe de uma coisa?
Você é o meu número,
tem a exata medida da minha paixão,
esta noite eu te convido:
FICA COMIGO???...

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

QUANDO TE VEJO

Quando te vejo...
Meu dia se ilumina.
Tua presença doce me fascina.
Teu sorriso me anima, alucina.
E minha tristeza logo se termina.

Quando te vejo...
Meu coração como pluma fica leve.
Minh’alma branqueja como neve.
Meus olhos te seguem de um lado a outro.
Minha dor se abranda, torna-se breve.

Monumento de beleza interna e externa.
Meiguice quase pura aparência terna.
tranqüilidade que nunca se altera.
E um mistério em ti encerra.
Só sei que quando te vejo.
Meu metabolismo se altera,
E minha felicidade tudo supera!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

DELÍRIOS

Meu sol...
Meu céu...
Meu luar...
Firmamento sem fim em minha vida,
Como sol, você aquece meus dias e ilumina meu caminho,
Como céu, você me traz a paz refletida na imensidão da sua cor azul,
Como luar, você me traz o amor que flui dos apaixonados.
Nada traduz tanto o que sinto por ti.
Um sentimento de loucura e paixão.
Me tira o fôlego...
Sua pele tão macia, seduz o meu tato;
Atiça meus instintos mais selvagens,
Na ânsia de explorar cada centímetro do seu corpo.
O seu beijo, ah o seu beijo....
Embriaga e me deixa completamente entregue a seus delírios.
Nas suas mãos não sou mais dona de mim,
Você usa de artifícios covardes ao tocar meu corpo.
Mãos, braços e pernas entrelaçados,
Unidos na explosão de sentimentos e desejos.
Sem reação nos entregamos,
Saltamos rumo a felicidade,
Sem pressa pra voltar a realidade

domingo, 7 de agosto de 2011

TRISTEZA


Tristeza que chega escondida,
pé ante pé pela vida...
se aloja sem ser convidada,
e fica... serena, calada.

Tristeza, que viaja só,
nem avisa sua chegada...
é passageira do vento,
e fica, sutilmente alojada!

Tristeza,
sem foco, sem rosto...
sem sequer identidade;
chega, e sem crueldade;
fica, tranquila, em seu posto.

Tristeza, é hora de ir...
chegou sua vez de partir...
sei que breve voltará,
e sutil, serena... ficará!

terça-feira, 17 de agosto de 2010

A paixão...

Lembro-me do quanto achava ridículo os rapazinhos da minha escola levarem o material das garotas que nem eram namorada deles, comprarem lanchinhos pra agradar elas e sempre com aquele olhar... absurdamente embesticidos... he h eh
Detestava eles... meu apelido JUMA MARRUÁ não ganhei a toa, ninguém chegava perto de mim... era coice para tudo quanto é lado...

Anos se passaram... comecei a fazer faculdade e no primeiro ano... uma boneca de olhos verdes, loura, corpo perfeito estilo violão e pequenina, uma doçura em forma de mulher.. meiga delicada, com olhos de anjo e um frescor maravilhoso me transfora na mais besta das criaturas...

Carregava seu material, fazia seus trabalhos, vivia procurando motivos para estar perto dela,
e o meu olhar era absurdamente embestecido... he he eh

Cheguei até a roubar seu fichário e vasculhei-o minunciosamente, procurando algum vestígio de lesbianismo ... he he nada achei... nun rompante súbito, de cara cheia de cachaça e o coração cheio de coragem deixei fluir meus sentimento e a ela me declarei... mas numa atitude gentiu nunca me maltratou ou se afastou de mim porem fazia questão de falar sempre no seu noivo...
Nunca aconteceu nada entre nós... o ano acabou e ela foi para outra faculdade... mais deixou comigo a lembrança doce do seu sorriso, do seu frescor, da sua beleza que ficará para sempre registrado na minha mente... Priscila... esse nome ainda surge de vez em quando e me remete a um tempo que ficou esquecido... mas nunca abandonado...

segunda-feira, 29 de março de 2010

um momento, ela.

Ela era quase uma flor,
era quase uma boneca
de pele alva, mas transmitia fervor.

Ela era quase uma fada,
um ser místico
encantador.

Ela era quase um ser humano
ao meu ver era perfeita,
era o meu amor.

Um amor assim, de flor...Calmo, sem pressa de acontecer
que no beijo inundava sensações...que fazia galopar os corações
mas em um abraço se fazia calmaria, era a plenitude...
um sentimento assim, não acontece novamente...

Ela era minha, meu amor
e dentro do meu meu peito
continuar a pulsar a existência dela.